sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Death Rock



Death rock ou death wave é um termo utilizado para distinguir o estilo musical que se confunde muitas vezes com a corrente mais lata do rock gótico, muitas vezes apresentando grandes influências do punk rock.
Teve origem na costa ocidental dos Estados Unidos no final da década de 1970,[1] mais precisamente em Los Angeles. O estilo tem sido alvo de um certo revivalismo em reação à influência cada vez maior de estilos como o techno na música gótica. Há também as influências de bandas como o The Misfits.
Bandas nessa linha costumam apresentar imagens relacionada com temas mórbidos, próprios de vários grupos musicais de Los Angeles.
 Os subgêneros do punk mais próximos do deathrock são o horror punk e psychobilly. A Stylus Magazine diferencia os três estilos da seguinte forma: enquanto o death rock é uma fusão de punk, pós-punk e horror, horror punk é fusão de punk, doo-wop e horror, ao passo que psychobilly seria uma fusão de punk, rockabilly e horror.[1] O elemento comum nos três é a temática de horror, e é isso que ocasiona constante confusão entre os três estilos.
Em termos de cena, porém, se trata de três grupos distintos.
Musicalmente, em geral, o horror punk é tocado mais rápido que o death rock e soa muito menos atmosférico.[3] As letras não possuem nada de introspectivo também. A presença de teclado é outro ponto que distoa o death rock dos dois outros estilos.[4] Psychobilly, contudo, é mais fácil de se diferenciar dos outros dois estilos pelo uso de baixo-pau e toda uma estrutura musical própria.[5]
Embora o nome seja similar, death rock (subgênero de pós-punk e rock gótico) não tem ligação alguma com death metal, que é um subgênero do heavy metal.
(Bauhaus)
  A influência de bandas do pós-punk britânico (sobretudo do Bauhaus, Skeletal Family e Alien Sex Fiend) e alemão (X-mal Deutschland) se fizeram visíveis em bandas, visuais e casas noturnas brasileiras desde os anos 1980. Assim como as influências do movimento deathrock inicial da califórnia, sendo 45 Grave e Christian Death as bandas mais conhecidas pelo Brasil nas décadas de 80 e 90. Entretanto as cenas alternativas brasileiras se diferenciaram fortemente das cenas estrangeiras onde os grandes movimentos surgiram; por um lado por falta de meios materiais para adquirir material musical e gráfico estrangeiro nos anos 1980 (período de crise financeira no país) e pelo nível cultural da população na época (em que, ao contrário do que acontece hoje em dia, pouquíssimos eram os que conheciam a língua inglesa para lerem grande revista do gótico e pós-punk da época, como a NME).
  

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